A possibilidade de uma reinicialização da série Glee, da Fox, voltou à pauta com as recentes declarações do cocriador Ryan Murphy e da protagonista Lea Michele. Michele disse que ama muito a série e que seguiria Murphy para qualquer lugar.
O outro cocriador da série, Ian Brennan, também afirmou, na estreia de Monstro: A História de Lizzie Borden, que preparou com Murphy, que participaria de um possível projeto de reinicialização de Glee, deixando a mensagem: “Fiquem ligados”.
Exibida na Fox entre 2009 e 2015 e contando a história do coral escolar New Directions, a série ganhou 6 Prêmios Emmy e 4 Globos de Ouro. Além de Michele, o elenco incluiu Matthew Morrison, Jane Lynch, Chris Colfer, Dianna Agron, Kevin McHale, Amber Riley, Cory Monteith, Mark Salling e Naya Rivera.
Em julho, Murphy havia dito que uma nova versão poderia ser considerada, afirmando que a série voltou a se popularizar e que muitos jovens a assistem. No entanto, Glee também foi associada a várias controvérsias, incluindo acusações de que Michele praticou bullying contra colegas de elenco, e Michele pediu desculpas publicamente por esses comportamentos.
Por que é importante
Essas declarações mostram que o retorno de Glee se baseia não apenas na expectativa dos fãs, mas também no apoio da equipe criativa da série e da atriz principal. No entanto, não há um cronograma de produção confirmado, nem um plano anunciado sobre o escopo ou o elenco da nova versão; portanto, o desenvolvimento em pauta tem mais o caráter de uma possibilidade em aberto do que de um projeto concluído. Embora o sucesso anterior da série em premiações e seu renovado interesse entre os espectadores jovens constituam uma base para um possível retorno, as controvérsias antigas também mostram que essa decisão não pode ser avaliada apenas sob a ótica da nostalgia e da popularidade. Portanto, a principal questão é se o interesse dos criadores e de Michele se transformará ou não em uma decisão concreta de reinicialização.