Na localidade de Ürünlü, na aldeia de Koçyiğitler, pertencente ao distrito de Karakoçan, em Elazığ, a autópsia determinou que Ağa e Nimet Üykü, encontrados mortos no incêndio residencial ocorrido em 8 de setembro de 2026, foram mortos com uma bala de arma de fogo no peito cada um. Foi apurado que o incêndio foi provocado para ocultar o homicídio e que foram roubados 2 braceletes, 1 colar e 2 brincos pertencentes a Nimet Üykü. As equipas da JASAT detiveram H.Ç., que, segundo se apurou, fugiu para Istambul com o ouro e tentou vendê-lo numa joalharia, após identificarem as joias nas imagens de X-Ray do aeroporto. H.Ç. foi preso pelos crimes de “homicídio doloso” e “roubo”. Segundo o Ministério do Interior, em 2026, a JASAT esclareceu 11 mil 808 das 12 mil 280 ocorrências qualificadas; resolveu todos os 209 homicídios e conseguiu que fossem emitidos Alertas Vermelhos para 24 suspeitos foragidos.
Por que é importante
Este caso mostra o papel da determinação da causa da morte com base não apenas na aparência inicial no local, mas também nos resultados da autópsia, nas investigações de homicídio. A conclusão de que o incêndio foi usado para ocultar as mortes demonstra que, em casos com aparência de morte provocada por incêndio, a investigação forense pode mudar completamente o rumo da investigação. A identificação das joias nas imagens do aeroporto e o acompanhamento da tentativa de venda permitiram avaliar em conjunto indícios recolhidos em diferentes etapas do rastreamento de provas, de Elazığ a Istambul. Embora os dados do Ministério relativos à JASAT situem este caso num trabalho mais amplo centrado na resolução de ocorrências qualificadas, a decisão de prisão não determina o resultado do julgamento; permanece em aberto a forma como as provas serão avaliadas pelo tribunal.